sexta-feira, junho 27, 2008

Enquanto meu Amor dormia





Acordei na noite
com a saudade de teus braços
sem reparar que teus braços se entrelaçavam nos meus

Não sei como é possivel
ter-te a meu lado e morrer de saudade

Enquanto dormias,pensei
em como era bom
que estivesses acordada

Traquilo o teu sono que me faz sonhar
e me mata de saudade de quando estas acordada

foi sorte, foi fado, foi destino
algo tao forte que te trouxe aqui

e que me leva ao altar
assim tu queiras

foi fado, foi fado, foi fado
o que me trouxe aqui

No medo de perder-te
de acordar na solidão
do amanhã ser triste como o ontem

uma lágrima se desprendeu
para te jurar Amor eterno

Naquele pensamento
a minha vida se desprendeu
e foi entao que meu Amor acordou

e lhe pude dizer o que meu coração sentia
que mesmo ali de saudade morria





Poesia de Pedro Lopes (Direitos reservados)

quinta-feira, junho 26, 2008




Comer teu fruto proibido
Em beber na jazida do peito
Amar e ser amado em teu leito
Doces recordações inibido


Na arte de me iludires
Com os contornos do teu corpo
De fazeres renascer um morto
Levas-me ao céu ao sentires

Meus olhos te copiam
Copiosamente hipnotizam
Com teu lindo peito eriçado


Poética aquela sensação
De querer meu ventre amado
Por te tocar no coração


Pedro Lopes in "Kamasutra poético"

segunda-feira, junho 09, 2008

Novo hino... "Filhos do Condado"



Por terra, e por mar
ao sabor de ventos e tempestades
valerosos marinheiros se debateram
em nome desta bandeira
com a cruz de Cristo estampada

Nação Amada. Nação idolatrada

Chamai entre nós
heróis de todos os tempos
desde o Conquistador,
o grandioso Infante,
Vasco, Pedro e Bartolomeu
até ao restaurador Mestre...

Filhos do Condado
o mar é vosso sangue

É por ele que navegamos
e nosso sangue derramamos

Impossemos nosso nome
e o mundo dividimos...

Tudo isto num barco à vela

Valerosos companheiros
que vos orgulhais deste passado
Olhai por este Condado...




Poesia de Pedro Lopes (Direitos reservados)